sdffKansas City (Robert Altman/1996): Altman trifurca a narrativa entre a interação da sequestradora com sua vítima (aparentemente cada vez mais amigável), das intermináveis ameaças do chefão ao infeliz amado da heroína e sessões de jazz executadas no recinto do vilão. Ocorre que um personagem oculta uma carta na manga, pronto para improvisar. Altman era perito em chocar com súbitas explosões de violência. [Info

~ por Gustavo H.R. em 19 de abril de 2014.

4 Respostas to “”

  1. Tenho muita saudade dos bons diretores que morrem! Acho que não vi “Kansas City”, mas, se minha locadora tiver, vou conferir. Feliz Páscoa, Gustavo!

  2. Os filmes de Altman eram diferenciados, mesmo que alguns tivessem excesso de diálogos e chegassem a ser cansativos.

    Meu filme preferido do diretor é “Short Cuts”.

    Este “Kansas City” eu não assisti.

    Abraço.

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