http://viverdecinema.blogspot.com.br/

•14 de setembro de 2014 • 2 Comentários

O armazenamento de imagens do blog pifou, afetando tudo desde a abertura, em 2009.

Minha confiança no WordPress foi quebrada.

Portanto, depois de cinco anos, volto ao Blogger.

Transferirei todas as resenhas deste blog para o novo, revisadas, o que vai levar meses, e continuarei a dar pitacos sobre cinema por lá.

Peço gentilmente, a quem interessar possa, que me siga em Viver de Cinema.

Obrigado pela presença neste recanto!

•14 de setembro de 2014 • Deixe um comentário

O BAILE (Ettore Scola/1983): 50 anos de história do século XX concentrados num único cenário, dramatizados pelos mesmos personagens: um salão de dança francês e os pés-de-valsa que o frequentam.

O humor abunda – seja quando um parceiro pisa no pé do outro, uma donzela apela para manobras evasivas na esperança de rechaçar um companheiro indesejado, ou simplesmente pelo feitio de certas figuraças a marcar presença no local. O clima de romance também ganha espaço, evocado por meio de olhares, trejeitos, poses. Não há uma linha sequer de diálogo proferida pelos atores.

Programa agradável, que deve ter sido um exercício técnico e artístico desafiador para Scola.

X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO (Bryan Singer/2014)

•10 de setembro de 2014 • 1 comentário

ghhyju

 Façanha inédita num exemplar da linha principal da franquia (leia-se: excluindo as aventuras-solo de Wolverine): sequências mastodônticas de ação à base de CGI e diálogos expositivos simplistas trivializam a carga emocional latente nas interações entre personagens, minando o impacto das decisões urgentes tomadas por cada um deles. A complexidade prometida pela trama envolvendo viagens e paradoxos temporais, assim como a intenção de transmitir uma de mensagem de união pacifista entre humanos e mutantes, foram relegadas a segundo plano diante do impulso apressado da narrativa, já congestionada pela obrigação de acomodar cada centavo do orçamento monstruoso.

É claro que não se aborrece durante a sessão – Quicksilver rouba a cena em breve participação bem-humorada cheia de atitude, o diminuto cientista Trask impõe sua ameaça sem a necessidade de ostentar superpoderes, o elenco combinando intérpretes jovens e veteranos continua acima de qualquer suspeita. Contudo, após pontos altos como X-Men 2 (pela priorização do drama e fator espetáculo dosado na medida certa) e Primeira Classe (pelo estilo renovador e gênese inspirada da caracterização de Magneto, Xavier e Mística), fica difícil esconder o relativo gosto de decepção enquanto sobem os créditos. [Info]

SOB O DOMÍNIO DO MEDO (STRAW DOGS/Sam Peckinpah/1971)

•7 de setembro de 2014 • 2 Comentários

ghgfhghjgh

Peckinpah orquestra este thriller psicológico em dois planos simultâneos de exploração temática.

Primeiramente, trata da postura defensiva e da desconfiança que afloram em moradores de comunidades fechadas em face a forasteiros. Não menos importante, sugere até a que ponto um homem passivo em circunstâncias normais seria impelido a chegar para defender honra, lar, família.

Em segundo lugar, percebe-se que o diretor não almejou gravar em película um relato generalizador de proporções grandiosas, visto que os dois terços de metragem anteriores à explosão de carnificina se ocupam com rusgas e ressentimentos entre o casal Dustin Hoffman e Susan George. Reflete-se, portanto, na esfera particular matrimonial, aquele mencionado antagonismo entre conhecidos e estranhos – a noção de que inexiste completa empatia, familiaridade ou mesmo intimidade entre indivíduos. Garras afiadas estão sempre prestes a arranhar.

Nesta revisão, compreendi que Peckinpah administra tópicos aptos a instigar debates proveitosos, em contraste ao que outrora pensava, quando julgava Straw Dogs uma celebração reacionária de um código embrutecido de masculinidade. Entretanto, continuo desgostando da experiência de assistir ao filme. [Info]

 
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